quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Blog Educação de Valor: Dever de casa dos pais

Blog Educação de Valor: Dever de casa dos pais: Compartilho com vocês algumas orientações que podem ser enviadas para os pais e devem ser discutidas na Reunião de Pais e Mestres. É um mate...

quarta-feira, 17 de agosto de 2011




REFLEXÃO SOBRE A IMPORTÃNCIA DO PLANEJAMENTO

Era uma vez um caçador que contratou um feiticeiro para ajudá-lo
conseguir alguma coisa que pudesse lhe facilitar o trabalho nas
caçadas. Depois de alguns dias, o feiticeiro lhe entregou uma flauta
mágica que, ao ser tocada, enfeitiçava os animais, fazendo-os dançar.
Entusiasmado com o instrumento, o caçador organizou uma caçada,
convidando dois outros amigos caçadores para a África.Logo no
primeiro dia de caçada, o grupo se deparou com um feroz tigre. De
imediato, o caçador pôs-se a tocar a flauta e, milagrosamente, o
tigre que já estava próximo de um de seus amigos, começou a dançar.
Foi fuzilado a queima roupa. Horas depois, um sobressalto. A caravana
foi atacada por um leopardo que saltava de uma árvore. Ao som da
flauta, contudo, o animal transformou-se, ficando manso e dançou. Os
caçadores não hesitaram e mataram-no com vários tiros. E foi assim, a
flauta sendo tocada, animais ferozes dançando, caçadores matando.
Ao final do dia, o grupo encontrou pela frente, um leão faminto. A
Flauta soou, mas o leão não dançou. Ao contrário, atacou um dos
amigos do Caçador flautista, devorando-o. Logo depois, devorou o
segundo. O tocador, desesperadamente, fazia soar as notas musicais,
mas sem resultado algum. O leão não dançava. E enquanto tocava e
tocava o caçador foi devorado. Dois macacos, em cima de uma árvore
próxima, a tudo assistiam. Um deles "falou" com sabedoria: - Eu sabia
que eles iam se dar mal quando encontrassem o surdinho.
Moral da Historia:
Não confie cegamente nos métodos que sempre deram certo:
Um dia podem falhar...
Tenha sempre planos de contingência.
Prepare alternativas para as situações imprevistas.
Preveja tudo que pode dar errado e prepare-se.
Esteja atento às mudanças e não espere as dificuldades para agir.
"Cuidado com os leões surdos"

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

A Educação na Contemporaneidade


Todos os pais sonham em oferecer uma educação de qualidade a seus filhos e a sociedade e esperam também que seus filhos possam fazer parte de uma boa organização empresarial, com um bom salário e um ótimo emprego. Para que este sonho vire realidade, nós educadores necessitamos desenvolver a criticidade de nossos alunos, mostrando seus direitos e deveres enquanto cidadãos e necessitamos educá-los para a vida, mostrando uma ampla ressonância e inspiração na atitude aprendente. O objetivo desta comunicação é analisar se a postura que as escolas e professores (educadores) têm utilizado ajudará os alunos a serem pessoas críticas e com o lado poesis bem desenvolvido ou se estão sendo mais conteudistas a ponto de ignorar a humanização de seus alunos?
Sabemos que um bom professor é um referencial para seus alunos, isto é, mesmo a escola não trabalhando em seu currículo o seu desenvolvimento como ser crítico e emancipado, fazendo deste parte de uma massa de manobra, objeto de manipulação, nós professores poderemos ter uma autonomia, a ponto de escolher para nossos alunos os conteúdos que efetivamente promovam neles atitudes, reflexões e manifestações objetivadas, fazendo-os fugir da alienação que segundo Aranha (1996, p. 235) é a “perda da individualidade; perda da consciência crítica”, o que vai contra os princípios de uma escola onde prevalece uma ecologia cognitiva.
Demo (2000, p. 17) nos alerta quanto a “instituições educacionais que dão diplomas mas não cultivam o saber pensar”, e nós educadores, precisamos nos preocupar em ensinar o aluno a isso, a tirar suas próprias conclusões, a ser emancipativo, a contextualizar suas respostas e a ser participativo no processo educacional.
Para termos alunos críticos, será necessário desenvolvermos nele o entendimento de cidadania. É preciso que ele entenda o que é ser cidadão e como se tornar um cidadão. Para Silva (2001) cidadania é o reconhecimento de sujeitos que são diferentes e que possuem diferenças, mas são portadores do direito de ter direitos. É desnaturalizar as desigualdades sociais revelando que elas são fruto de dominação de uma classe, e temos a obrigação de fazer com que nossos alunos façam valer sua condição de cidadão, o que vai de encontro as palavras de Delors (2001, p. 67) onde ele nos fala que“ é na escola que deve começar a educação para uma cidadania consciente e ativa”.
Segundo Tomazi (1997, p. 131) “cidadania é ter direitos, é o direito de ter uma educação para saber quais são os nossos direitos e como exercitá-los”, e cidadania também significa “ter deveres, como: respeitar o direito dos outros, respeitar o que é público, e também respeitar as leis e as normas que regem nossa sociedade.”
O fato dos direitos estarem inscritos na constituição de um país ou explícito em leis que regulamentam nossa vida não configura a existência dos direitos na prática cotidiana dos cidadãos. É o exercício dos direitos que lhes dá existência , permanência e solidez. Os nosso direitos e deveres só existem enquanto são vivenciados. É o exercício da cidadania que a torna viva e presente. (TOMAZI, 1999, p. 140
Conforme nos mostra Aranha (1996, p. 50), a educação é um “fator importantíssimo para a humanização e a socialização”. O educador tem a função de levar o aluno para o novo, e não ficar na educação de palavras de ordem e não criação do pensamento. Tem que fazer do aluno um ser questionador, e também o próprio professor tem que ser questionador, tem que se perguntar se o que está ensinando é realmente importante para o aluno, ou se está sendo mais um conteudista e fazendo uso do ensino bancário. Segundo Freire (1996, p. 27) o ensino “bancário deforma a necessária criatividade do educando e do educador”, e nós professores precisamos ir contra tal ensino, levando os alunos a autonomia e não a heteronomia.

DICA DO PROFESSOR SASSÁ

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Mensagem de Paulo Freire

A CANOA


Em um largo rio, de difícil travessia, havia um barqueiro que atravessava as pessoas de um lado para outro.

Em uma das viagens, iam um advogado e uma professora.

Como quem gosta de falar muito, o advogado pergunta ao barqueiro:

Companheiro, você entende de leis?

Não – Responde o barqueiro.

E o advogado compadecido:

É pena, você perdeu metade da vida!

A professora muito social entra na conversa:

Seu barqueiro sabe ler e escrever?

Também não – Responde o remador.

Que pena! – Condoi-se a mestra!

– Você perdeu metade da vida!

Nisso chega uma onda bastante forte e vira o barco.

O canoeiro preocupado, pergunta:

Vocês sabem nadar?

Não! – Respondem eles rapidamente.

Então é uma pena – Concluiu o barqueiro

– Vocês perderam toda a sua vida!”


"Não há saber mais ou saber menos: Há saberes diferentes!" Paulo Freire
Pense nisso e valorize todas as pessoas com as quais tenha contato.
Cada uma delas tem algo diferente para nos ensinar...
http://www.bilibio.com.br